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	<title>Geoweb - Design, Tecnologia, Educação &#187; Carreira</title>
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	<description>Só mais um site WordPress</description>
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		<title>Você desempregado aos 50 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 15:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Nunca dei muita bola pra aposentadoria ou mesmo pra previdência privada, acho que sempre neguei esses valores por parecer algo muito distante. Hoje praticamente tenho 32 (nesse momento que escrevo esse artigo ainda tenho 31 eba!!) e dai ouvindo a &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/carreira/voce-desempregado-aos-50-anos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/aposentado1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-389" title="Aposentado?? Que nada" src="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/aposentado1.jpg" alt="Aposentado?? Que nada" width="280" height="317" /></a>Nunca dei muita bola pra aposentadoria ou mesmo pra previdência privada, acho que sempre neguei esses valores por parecer algo muito distante.  Hoje praticamente tenho 32 (nesse momento que escrevo esse artigo ainda tenho 31 eba!!) e dai ouvindo a coluna do Max Gehringer (<a href="http://cbn.globoradio.globo.com/Player/player.htm?audio=2009%2Fcolunas%2Fmax_090626&amp;OAS_sitepage=cbn%2Fcomentarios%2Fmaxgehringer%2Fplayer" target="_blank">ouça aqui</a>) pela rádio CBN me caiu à ficha que o futuro não está  assim tão distante. Pior, o futuro pode ser que não seja tão tranquilo quanto gostaria.</p>
<p>Segundo Max atualmente existe no mercado 30 milhões de pessoas trabalhando em empresas privadas, daqui a 15 anos as projeções indicam que deverão existir 30 milhões de brasileiros com mais de 50 anos. Traduzindo em miúdos deverão existir 30 milhões de veteranos (os com mais de 50) no mercado sem considerar os novos funcionários da área.</p>
<p>Teremos uma saturação por idade no mercado de trabalho, já imaginou você com 50 anos concorrendo a uma vaga de Web Designer, webmaster, programador ou analista, concorrendo com um garoto de 18 anos que provavelmente já programa desde os 7. Não é o melhor cenário para alguém que começa a pensar em uma aposentadoria.</p>
<p>Em países mais desenvolvidos a maneira como foi solucionado parte desse problema, foi à criação de grupos de profissionais que prestam consultoria no ramo de suas atividades. Esses profissionais se reúnem e prestam seus serviços como uma grande cooperativa. Isso acaba beneficiando a empresa que os contrata, pois estes profissionais não custam os valores absurdos cobrados por grandes consultorias.</p>
<p>Segundo Max Gehringer esse tipo de consultoria é praticamente inexistente no Brasil e talvez seja o momento de começar a pensar em algo desse tipo. No futuro concorrendo a uma vaga, provavelmente você será escolhido primeiro (para entrevista claro), afinal os mais velhos tem sempre a preferência.</p>
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		<title>Qualidade no trabalho para manter bons profissionais</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 14:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Parece que aquela filosofia de ataque do Google tem dominado algumas empresas de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil. O famoso 70 &#8211; 20 &#8211; 10, não são os números da mega sena mas também pode trazer lucros ou seja &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/carreira/qualidade-no-trabalho-para-manter-bons-profissionais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que aquela filosofia de ataque do Google tem dominado algumas empresas de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil. O famoso 70 &#8211; 20 &#8211; 10, não são os números da mega sena mas também pode trazer lucros ou seja durante <strong>70% do seu tempo </strong>você deve estar focado no assunto <strong>principal do seu trabalho</strong>. Já <strong>20%</strong> o funcionário deve se dedicar a<strong> novos projetos</strong> dentro da própria empresa e por fim os outros <strong>10% </strong>você pode usar a <strong>infraestrutura da empresa</strong> pra fazer o que bem entender.</p>
<p>Na matéria abaixo do <a href="http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA1701335-2574,00.html" target="_blank">PEGN</a>, mostra empresas que pagam até <strong>R$ 1.000,00 por boas indicações de profissionais</strong> para empresa além de bancar outros benefícios como academia, futebol, massagens, cursos, entre outras coisas. Realmente uma boa referência para que outras empresas possam se espelhar.</p>
<p>- &#8211; - &#8211; -</p>
<h3><span style="color: #800000;"><span class="titulo1">O que as empresas de TI fazem para reter talentos</span></span></h3>
<p><img class="alignright" title="Menos trabalho mais qualidade" src="http://empresas.globo.com/Globo/photo_Show/0,,21063776,00.jpg" alt="" width="250" height="166" />Para evitar a alta taxa de rotatividade de técnicos, comum nas empresas de <strong>Tecnologia da Infomação (TI)</strong>, empresários do setor têm adotado métodos alternativos.</p>
<p>Na Elucid, os funcionários que indicam um profissional que é contratado e permanece na empresa por mais de seis meses ganham R$ 1 mil de bonificação. Com isso, espera-se que os novatos não deixem seus cargos rapidamente em consideração aos colegas que serão premiados.</p>
<p>Estratégia similar também é adotada na Cyberlynxx, cujo bônus em caso de boas referências é de R$ 100. “É interessante incentivar as indicações internas, pois nossos colaboradores conhecem o perfil de pessoas que queremos”, conta Marcelo Astrachan, presidente da empresa.</p>
<p>De acordo com Joel de Souza Dutra, professor do departamento de administração da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, essas promoções têm resultados positivos, mas pontuais. As empresas que desejam evitar a rotatividade de funcionários &#8211; o chamado turnover &#8211; devem fazer mudanças estruturais em seu ambiente de trabalho e investir em planos de carreira.</p>
<p>“O elemento determinante para reter os empregados é sempre a possibilidade de movimentação dentro da empresa, pois a remuneração é consequência disso. Alguém que tem perspectiva de melhoria na empresa onde trabalha não vai arriscar perder sua posição por uma oferta de sálario 15% maior”, explica o professor.</p>
<p>Ambas as empresas também procuram aplicar as soluções sugeridas por Dutra. No segundo semestre deste ano, a Cyberlynxx pretende implantar um programa de mapeamento de pessoas com alto potencial para se tornarem sócias da empresa futuramente. “Acreditamos que nossa companhia tem grande potencial de crescimento e, por isso, precisará de novos cérebros. Além disso, não somos uma empresa familiar e sabemos da importância de capacitar novas lideranças para dar continuidade ao negócio”, afirma Astrachan.</p>
<p>A empresa também buscou aproximar o corpo de empregados da diretoria. O colaborador, de qualquer área, que trouxer uma <strong>oportunidade de negócio</strong> não mapeada pelos diretores é remunerado proporcialmente ao lucro do projeto. Astrachan relata que um dos atuais carros-chefes da empresa foi sugerido por um garoto de 25 anos.</p>
<p>A Cyberlinxx, hoje, tem taxa de evasão de colaboradores de menos de 3% e faturou no ano passado R$ 16 milhões.</p>
<p><strong>Menos trabalho, mais qualidade</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="146" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="146"><img src="http://empresas.globo.com/Globo/photo_Show/0,,21063787,00.jpg" alt="Empresas e Negocios/Empresas e Negocios" /></td>
<td rowspan="2" width="4"></td>
</tr>
<tr>
<td width="250">
<div class="legenda" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 5px;"><span style="font-size: 11px; font-family: Verdana;">Funcionários da Elucid que indicam bons profissionais recebem bônus de R$ 1 mil</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Há cerca de três anos, a Elucid vem buscando trazer mais equilíbrio entre a vida corporativa e os momentos fora do escritório. Por isso, montou dois times de futebol, uma equipe de corrida, paga academia femina para as mulheres que não se empolgam com as demais atividades e oferece massagem na empresa duas vezes por semana. Além disso, busca dar flexibilidade de horários aos seus empregados e, conforme o cargo, também auxilia finaceiramente MBA e cursos de especialização. “As pessoas não nascem para chegar aos 25 anos e trabalhar sem parar até os 60. Buscamos mais qualidade de trabalho e menos quantidade”, diz Michael Wimert, presidente do empreendimento.<br />
Com essas e outras ações &#8211; como concursos de melhor funcionário &#8211; a Elucid perdeu apenas dois técnicos no ano passado e faturou R$ 100 milhões. Sua taxa de turnover passou de 5% antes dos programas para 2% atualmente.</p>
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