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	<title>GeoWeb &#187; facebook</title>
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		<title>Hipocrisia &#8211; Sacolas plásticas de mercado</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 16:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ideia tonta que tive a partir de um um post que vi no  Facebook. Esse negócio de proibirem as sacolinhas plásticas de mercado é pura hipocrisia pra fingirem &#8220;salvar o planeta&#8221;. Acho que não muda nada. Não sou contra a &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/outros/hipocrisia-sacolas-plasticas-de-mercado/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><strong>Ideia tonta que tive a partir de um um post que vi no  Facebook.</strong></p>
<p>Esse negócio de proibirem as sacolinhas plásticas de mercado é pura hipocrisia pra fingirem &#8220;salvar o planeta&#8221;. Acho que não muda nada. Não sou contra a mudanças de comportamento para melhoria do mundo, porém essa da sacolinha é muita enganação.  Agora temos que comprar saquinhos biodegradáveis (será que são mesmo??) pra mais algumas empresas por ai lucrarem isso sim.</p>
<p>Os tais R$ 0,21 que tenho pago no Wal-Mart pela sacolinha é uma palhaçada. Pô, se em uma compra de R$ 100,00 a empresa não consegue por exemplo &#8220;dar&#8221; 10 (R$ 2,10) sacolinhas é melhor fechar as portas.</p>
<p>Esses dias no Wal-Mart estava na farmácia e a mesma situação &#8220;não temos mais saquinhos, quer comprar uma sacola retornável por R$ 6,90?&#8221; Porra eu tava comprando um protetor solar. Da vontade de falar que não precisa pois vou levar enfiado no olho <img src='http://www.geoweb.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  Será que de agora pra frente será isso?!</p>
<p>Precisamos de soluções viáveis para o bem do planeta e do nosso, sacolinhas biodegradáveis, saco de papel, teletransporte das compras do mercado pra casa, sei lá&#8230; No momento alguém está ganhando com isso e duvido que seja o meio ambiente.</p>
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		<title>Grandes executivos que não terminaram a Faculdade</title>
		<link>http://www.geoweb.blog.br/carreira/grandes-executivos-que-nao-terminaram-a-faculdade/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 14:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tai algo que eu gosto de ver, gente que foge dos padrões e demonstra que não é necessário ter a formulazinha básica feijão com arroz pra dar certo. No Brasil temos um ótimo exemplo que é o ex-presidente Lula, que &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/carreira/grandes-executivos-que-nao-terminaram-a-faculdade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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										</div><p>Tai algo que eu gosto de ver, gente que foge dos padrões e demonstra que não é necessário ter a formulazinha básica feijão com arroz pra dar certo.</p>
<p>No Brasil temos um ótimo exemplo que é o ex-presidente Lula, que de operário do ABC a presidente do Brasil, conseguiu um dos <a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/820667-com-83-aprovacao-ao-governo-lula-bate-recorde-historico-mostra-datafolha.shtml" target="_blank">maiores índices de aprovação</a> de um governo no Brasil, tudo isso sem faculdade.</p>
<p>A revista Exame selecionou 8 notáveis empresários que conseguiram o sucesso sem passar pelas portas de uma faculdade. Vale destacar entre as pessoas selecionadas pela revista Exame, que o homem mais rico do Brasil, Eike Batista, também não é graduado em nada, a não ser na arte de fazer dinheiro.</p>
<p>PS. Não sou contra a Graduação ou qualquer outro tipo de formação, ao contrário adoro a vida acadêmica e sou Bacharel em Design, mas os autodidatas me fascinam. Eles conseguem o que muitos jamais vão conseguir mesmo sendo PhD em qualquer coisa.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-595" title="Mark Zuckerberg - Facebook" src="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/facebook.jpg" alt="" width="519" height="250" /></p>
<h1>Carreira &#8211; 8 executivos que não terminaram a faculdade</h1>
<p>SÃO PAULO – Eles estão à frente de algumas das maiores empresas do Brasil e do mundo. Mas, além disso, o que há de comum entre Steve Jobs, da Apple, e Samuel Klein, das Casas Bahia?</p>
<p>Nenhum deles concluiu uma formação em nível superior.</p>
<p>Conheça, a seguir, a história de executivos e personalidades que não concluíram a universidade.</p>
<h2>1. Mark Zuckerberg</h2>
<p>Dono da rede social mais influente do globo e considerado o homem do ano, segundo a revista Time, Mark Zuckerberg tem apenas 26 anos e já acumula uma fortuna estimada em 6,9 bilhões de dólares.</p>
<p>Zuckerberg entrou na Universidade de Harvard em 2002 para cursar Ciências da Computação. Mas com a criação da rede que daria origem ao Facebook se afastou da academia dois anos depois.</p>
<p>O talento do CEO do Facebook para a área de programação já era notável ainda nos tempos de colégio. Ele criou o programa Synapse Media Player, que detectava os gostos musicais do ouvinte e, com uma inteligência artificial, fazia a seleção da música.</p>
<p>A Microsoft tentou comprar o software, mas Mark Zuckerberg decidiu oferecê-lo gratuitamente na internet.</p>
<h2>2. Steve Jobs</h2>
<p>O líder da fabricante de aparelhos de tecnologia Apple, empresa que lançou o iPad neste ano, fez apenas um semestre no Reed College, em Portland. Depois de desistir da graduação, Steve Jobs, que hoje tem 55 anos, assistia apenas às aulas que o interessavam para acompanhar amigos e ter um lugar para dormir, além de frequentar o templo hare krishna da região.</p>
<p>Mesmo sem diploma na mão, Jobs teve experiência com um emprego de verão na Hewlett-Packard (HP), em 1971. Lá, conheceu Steve Wozniak, um gênio da eletrônica que o ajudaria a construir os primeiros computadores da Apple. Em 1974, trabalhou como técnico de videogames eletrônicos na Atari.</p>
<p>A Apple foi criada na garagem de Jobs e seus amigos em 1976. De lá para cá, Jobs já foi demitido da empresa, em 1985, fundou a NeXT e a Pixar para retornar ao comando da empresa de hardware em 1996.</p>
<p>Sua fortuna pessoal é estimada em 6,1 bilhões de dólares. Em 2007, ele expandiu os negócios para o ramo de telefonia com o lançamento do iPhone. Hoje, o smartphone é o aparelho mais rentável do segmento nos Estados Unidos.</p>
<h2>3. Bill Gates</h2>
<p>Também com 55 anos, o líder da maior empresa de software do mundo, a Microsoft, Bill Gates, também é outro exemplo de empreendedor que não possui diploma. Ele ingressou em Harvard, mesma faculdade de Zuckerberg, em 1973, e largou em 1975. Na instituição, conheceu Steve Ballmer, que se tornou CEO da Microsoft depois de sua saída do cargo, em 2000.</p>
<p>No ano em que saiu da faculdade, Gates desenvolveu o sistema de interpretação de linguagens de computador junto com Paul Allen, também fundador da Microsoft.</p>
<p>Com a criação do Personal Computer (PC), em 1980, e o licenciamento de sistemas operacionais como o DOS e o Windows, Gates transformou a empresa em um império de programas eletrônicos nas décadas de 1990 e 2000.</p>
<p>Atualmente ele possui uma fortuna pessoal de 54 bilhões de dólares e é o segundo homem mais rico do mundo, segundo o ranking da Forbes.</p>
<h2>4. Michael Dell</h2>
<p>Aos 27 anos, em 1993, Michael Dell era o CEO mais novo a entrar em um ranking da revista Forbes. Hoje, ele possui a fortuna calculada em 14 bilhões de dólares e conseguiu esse sucesso sem ter um diploma universitário.</p>
<p>Michael Dell, que tem 45 anos hoje, saiu da faculdade de medicina da University of Texas Austin para criar uma companhia que vende computadores diretamente ao consumidor, sem revenda, em 1984. Atualmente, a sua empresa Dell está entre as maiores vendedoras de notebooks, rivalizando com gigantes como a Hewlett-Packard (HP).</p>
<p>Michael e sua esposa Susan Dell possuem uma organização filantrópica voltada para causas infantis. Em 2010, o empresa do casal doou 530 milhões para comunidades urbanas nos Estados Unidos e na Índia.</p>
<h2>5. Eike Batista</h2>
<p>O brasileiro de 53 anos Eike Batista, presidente do grupo EBX, que tem negócios principalmente no ramo de mineração, é o homem mais rico do Brasil com uma fortuna de 27 bilhões de dólares. Ele começou uma graduação em engenharia na Aachen University, na Alemanha, mas abandonou o curso em 1980.</p>
<p>Com empreendimentos com ouro na floresta amazônica, ele contribuiu um império com empresas bilionário em três décadas. As empresas são MMX, OGX, LLX, MPX, MD.X Day Hospital, Real State, Hotel Glória, Mr. Lam e Porto de Peruíbe, além da holding EBX. A maioria das empresas possui a letra “X” porque, segundo Eike, elas são o símbolo da multiplicação.</p>
<h2>6. Silvio Santos</h2>
<p>Senor Abravanel, 80 anos, é o fundador de 37 empreendimentos diferentes no Brasil e se destacou como o apresentador de programas Silvio Santos na emissora de televisão SBT.</p>
<p>Foi camelô aos 14 anos, serviu no exército como paraquedista aos 18 e trabalhou como locutor de rádio em Niterói depois da carreira militar. Apresentou programas em emissoras como a TV Paulista e a própria Rede Globo de Televisão nos anos 1960 e 1970.</p>
<p>As empresas que estão sob o controle de Silvio vão desde as TV SBT até o Baú da Felicidade, o Hotel Jequitimar e a Jequiti Cosméticos. Atualmente, devido a um rombo no banco PanAmericano, que pertence ao Gupo Silvio Santos, o conglomerado está endividado em 2,5 bilhões de reais. O empresário tem 10 anos para quitar as depesas ao Fundo Gerador de Crédito (FGC).</p>
<h2>7. Samuel Klein</h2>
<p>O empresário judeu polonês Samuel Klein veio ao Brasil como fugitivo da Segunda Guerra Mundial, em 1952, depois de uma breve estadia na Bolívia. Trabalhou nos negócios de marcenaria do pai desde pequeno, na Europa.</p>
<p>Em São Caetano do Sul, em São Paulo, vendeu roupas de cama, mesa e banho com uma charrete. Criou as Casas Bahia em homenagem aos seus antigos clientes, que eram na maioria provenientes dos estados do nordeste.</p>
<p>Atualmente, o negócio conta com mais de 500 lojas pelo país. Klein tem 87 anos.</p>
<h2>8. Julian Assange</h2>
<p>O criador do site Wikileaks Julian Assange, de 39 anos, cursou matemática e física na University of Melbourne, entre 2003 e 2006. Mas não concluiu nenhum dos cursos.</p>
<p>Criado no ano em que ele desistiu da universidade, o Wikileaks reúne documentos confidenciais do governo americano. Todas as fontes foram ocultadas pelo site e ele recebeu 1,2 milhão de dólares em doações públicas entre outubro de 2009 e este ano, até sofrer um bloqueio dos sistemas PayPal, Mastercard e Visa.</p>
<p>Conhecido em 1987 pelo apelido hacker de “Mendax”, Assange era precoce e invadia sistemas aos 16 anos. Foi eleito a personalidade do ano pela revista Time, segundo a opinião dos leitores.</p>
<p>Assange ficou encarcerado entre os dias 7 e 16 de dezembro por acusações de crimes sexuais. Atualmente cumpre prisão domiciliar.</p>
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		<title>Pesquisa feita na Escola do Futuro da USP, mostra o Orkut como nova forma de relacionamento entre adolescentes</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 14:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pesquisadora Cacau Freire, da Escola do Futuro da USP, realizou uma pesquisa com usuários do Acessa São Paulo &#8211; programa de inclusão digital do estado de SP, sobre sites de relacionamentos como Orkut.  A pesquisa mostra que cada vez &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/usp/pesquisa-feita-na-escola-do-futuro-da-usp-mostra-o-orkut-como-nova-forma-de-relacionamento-entre-adolescentes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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										</div><p>A pesquisadora Cacau Freire, da <a href="http://www.futuro.usp.br/" target="_blank">Escola do Futuro da USP</a>, realizou uma pesquisa com usuários do Acessa São Paulo &#8211; programa de inclusão digital do estado de SP, sobre sites de relacionamentos como Orkut.  A pesquisa mostra que cada vez mais os adolescentes preferem se comunicar via redes sociais como <a href="http://www.orkut.com/" target="_blank">Orkut</a>, <a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a>, <a href="http://www.twitter.com/" target="_blank">Twitter</a>&#8230;</p>
<p>Pra esses adolescentes eles não vêem problemas nessa grande exposição pessoal e a criação de vários perfis pessoais com objetivos diferentes como um perfil pra namorar outro pra emprego, outro para pais e amigos, etc&#8230; Eu hein múltiplas faces, você acredita em perfis de Orkut??!   Via <a href="http://www.usp.br/agen/UOLnoticia.php?nome=noticia&amp;codntc=23727" target="_blank">Agência USP de Notícias</a>.</p>
<p><a href="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/orkut_comportamento1.jpg" rel="lightbox[282]"><img class="alignnone size-full wp-image-283" title="orkut_comportamento" src="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/orkut_comportamento1.jpg" alt="orkut_comportamento" width="420" height="287" /></a></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Rede social determina novas formas de relacionamento e aprendizado</strong></span><br />
<span style="color: #808080;">Nilbberth Silva &#8211; nilbberth.silva@usp.br</span><br />
Uma pesquisa do Acessa São Paulo &#8211; programa de inclusão digital do estado  &#8211; indicou que usuários estão se comunicando mais através de sites de relacionamento do que de e-mails. A descoberta, de 2007, impulsionou uma pesquisa sobre o perfil e o comportamento de adultos e adolescentes em redes sociais. A investigação foi feita na cidade de São Paulo e em Bragança Paulista, no interior do estado, pela Escola do Futuro, núcleo de pesquisas da USP.</p>
<p>&#8220;Redes sociais são sites de relacionamento com um perfil, onde todos podem ver os amigos dos amigos.  O seu uso pelos adolescentes determina modo deles se relacionarem com as pessoas  e há uma produção cultural totalmente nova nascendo aí&#8221;, resume a coordenadora do Observatório da Cultura Digital e responsável pela pesquisa, Cacau Freire.</p>
<p>A pesquisa foi feita por intermédio de conversas com grupos de adolescentes de 15 a 19 anos e adultos de 30 a 39 anos que acessavam o site de relacionamentos Orkut nos computadores do Acessa São Paulo.</p>
<p>Os adolescentes entrevistados revelaram posições fortes sobre o que acreditam, e contaram que criam muitos perfis nas redes de relacionamento. Disseram também não ter problemas em fazer várias coisas ao mesmo tempo. &#8220;Muitos deles gostam de estudar ouvindo música e não estudam em casa por ser muito quieto. Eles criam perfis diferentes para procurar empregos, namorar, conversar com os pais e os amigos&#8221;, conta a pesquisadora.</p>
<p>Quando perguntados se essa era uma atitude desonesta, os adolescentes disseram que as pessoas também assumem vários perfis na vida real, dependendo da situação, e isso é normal. &#8220;Eles não tiveram problemas para dizer que a vida não é um livro aberto&#8221;.</p>
<p>Os adultos entrevistados desconfiavam da rede e a associam com fraude e engano. A maioria deles tinha apenas um perfil no Orkut, com informações verdadeiras e contatos confiáveis. Para eles, os computadores do Acessa São Paulo não devem ser um local de diversão. Assim, ficaram constrangidos em dizer nos grupos de discussão que navegavam em sites de relacionamento.</p>
<p>Para Cacau, adolescentes se comunicam mais através de redes sociais porque gostam de se ver na mensagem e também porque elas são mais fáceis de utilizar do que os e-mails. &#8220;Para eles, não é um fator crítico se expor&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Aprendizado</strong><br />
Os jovens envolvidos no estudo têm o hábito de pesquisar, sabem que terão que aprender por toda a vida e não enxergam a escola como o único meio para adquirir conhecimentos. &#8220;Eles aceitam a figura dos professores, mas aprendem com seus iguais, nos fóruns de discussão, nos sites de relacionamento. Para eles, a escola serve apenas como um meio para obter um diploma, o caminho oficial a seguir&#8221;, diz Cacau. &#8220;Esses estudantes trazem informações e argumentação para a escola; têm mais tempo para pesquisar que os professores, cujo papel talvez seja orientar a discussão&#8221;, completa.</p>
<p>O aprendizado em listas de discussão não divide temas em disciplinas específicas. &#8220;Os jovens estudam tudo ao mesmo tempo nas redes sociais&#8221;, explica a coordenadora. Eles também têm mais facilidade para mudar de opiniões e aceitar que estão errados. &#8220;Os adultos têm mais dificuldade de aprender, principalmente através de novas tecnologias, e mudar. As construções de conhecimento deles são mais profundas. Os adolescentes nasceram numa época de explosão de informações. Por isso, estão acostumados a aprender de uma forma muito tranquila&#8221;, observa.</p>
<p>A pesquisa foi feita pelo Núcleo de Pesquisa das Novas Tecnologias de Comunicação Aplicadas à Educação, da Escola do Futuro e assinada por Brasilina Passarelli, Drica Guzzi, Hernani Dimantas e Juliana Kiyomoura.</p>
<p>Mais informações: (11) 3091 4716, email: freire.cacau@gmail.com</p>
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		<title>O Número de Dunbar</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 15:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abaixo reproduzo o texto do Tiago Dória, sobre o número de Dunbar, conforme ele mesmo explica  é uma teoria segundo a qual o número de indivíduos com os quais podemos estabelecer uma relação não pode passar de 150. E mais &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/pessoal/o-numero-de-dunbar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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										</div><p>Abaixo reproduzo o texto do <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/03/01/numero-de-dunbar-na-facebook/" target="_blank">Tiago Dória</a>, sobre o número de Dunbar, conforme ele mesmo explica  é uma teoria segundo a qual o número de indivíduos com os quais podemos estabelecer uma relação não pode passar de 150. E mais adiante ele explica que dentre esse 150 (ou 120), nós respondemos a apenas 7 indivíduos, esse seria o seu círculo de amizade mais próximo.</p>
<p>Curiosamente são muitos os amigos, mas pra mim existe esse pequeno grupo de 7 pessoas, que são o grupo de amizade mais próximo, sem por nem tirar, a teoria funcionou perfeitamente pra mim.</p>
<p>- &#8211; - &#8211; - -</p>
<h3>Número de Dunbar na Facebook</h3>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7497" title="crowd" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/crowd.jpg" alt="crowd" width="448" height="318" /></p>
<p><a href="http://www.lifewithalacrity.com/2004/03/the_dunbar_numb.html" target="_blank">Número de Dunbar</a> é uma teoria segundo a qual o  número de indivíduos  com os quais podemos estabelecer uma relação não pode passar de 150. Essa limitação existiria devido a própria capacidade do cérebro humano de lidar com a complexidade das relações pessoais.</p>
<p>Alguns moderadores de comunidades online, empresas, escolas e organizações militares utilizam essa regra. Limitam o número de uma equipe ou comunidade a 150 membros. A rede social <a href="http://www.asmallworld.net/login.php" target="_blank">aSmallWorld,</a> o “Orkut para ricos”, por exemplo, trabalhava em cima dessa teoria. Em uma época, impediu a entrada de novos usuários (redes sociais menores tem mais valor).</p>
<p>O que existia até pouco tempo era o mito de que, por meio das novas tecnologias (plataformas de redes sociais), o homem conseguiria superar essa limitação do <a href="http://www.lifewithalacrity.com/2004/03/the_dunbar_numb.html" target="_blank">Número de Dunbar</a> e poderia gerenciar mais do que 150 contatos.</p>
<p>Mas um <a href="http://www.economist.com/science/displaystory.cfm?story_id=13176775" target="_blank">artigo</a> publicado na revista <a href="http://www.economist.com/science/displaystory.cfm?story_id=13176775" target="_blank">The Economist</a> contradiz isso. Em uma pesquisa feita na rede social <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a> pelo sociólogo <a href="http://overstated.net/" target="_blank">Cameron Marlow</a>, descobriu-se que um usuário médio consegue estabelecer uma relação estável com no máximo 120 contatos dentro do site.</p>
<blockquote><p>“Uma pessoa com 120 amigos geralmente responde aos posts de somente 7 desses contatos”</p></blockquote>
<p>Outra conclusão é que, mesmo em ambientes online, comunicamos com o mesmo círculo pequeno e estável de pessoas de sempre. O que ajuda a corroborar a idéia de que, em plataformas como <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a>, reforçamos mais laços que já temos no “mundo offline” do que criamos novos contatos.</p>
<p>Como deixou claro Mark Zuckerberg, co-fundador da própria Facebook, em sua histórica entrevista à revista Time, o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/08/08/o-online-como-potencializador-do-offline/" target="_blank">online é mais potencializador do offline que qualquer outra coisa</a>.</p>
<p><em>Crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/gaspi/79805619/in/set-171385/" target="_blank">gaspi</a></em></p>
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		<title>Novo emprego? O orkut pode queimar seu filme</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 21:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[A info publicou uma matéria interessante sobre o Orkut, embora um tanto quanto óbvia. É fato que hoje em dia todo mundo dá uma xeretada no Orkut alheio quando recebe um currículo, antes de contratar alguém é sempre bom saber &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/pessoal/novo-emprego-o-orkut-pode-queimar-seu-filme/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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										</div><p>A <a class="liexternal" href="http://info.abril.com.br/professional/carreira/emprego-o-orkut-pode-queimar-s.shtml?2" target="_blank">info</a> publicou uma matéria interessante sobre o <a class="liexternal" href="http://www.orkut.com.br/" target="_blank">Orkut</a>, embora um tanto quanto óbvia. É fato que hoje em dia todo mundo dá uma xeretada no Orkut alheio quando recebe um currículo, antes de contratar alguém é sempre bom saber como é o fulano no dia-a-dia.</p>
<p>O fato novo é que cada vez mais as empresas vêm fazendo isso com certa freqüência. Esqueça aquela visão de uma senhorinha do RH que mal sabe usar o Word, provavelmente agora ela já está olhando o seu perfil e vendo aquela sua comunidade <a class="liexternal" href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=217137" target="_blank">Bebo e Falo Merda!</a>. Você contrataria o <a class="liexternal" href="http://www.perolasdoorkut.com.br/categorias_fotos.php?categoria=3" target="_blank">Rei do Photoshop</a> abaixo?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-172" title="orkut_01" src="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2008/11/orkut_01.jpg" alt="" width="420" height="308" /></p>
<h2><span style="color: #ff6600;">Emprego? O orkut pode queimar seu filme</span></h2>
<p>Dependendo do ramo de atuação de um profissional da área de tecnologia, não se pergunta se ele está em alguma rede social, mas sim de quantas comunidades virtuais ele participa. E num cenário de massificação do acesso a banda larga no Brasil, as consultorias de recrutamento têm investido numa nova forma- simples e barata – de avaliar o candidato a uma vaga: fuçar em seu perfil virtual.</p>
<p>É um mal necessário. Se você está, precisa tomar cuidado para não “queimar o seu filme” com a empresa. Se você não está, pode ser visto como um futuro anti-social low-tech na companhia, coisa que ninguém quer. Então, como se portar diante das muitas opções que as redes sociais oferecem?</p>
<p>Segundo o consultor Vladimir Valladares, da V2 Consulting, as armadilhas estão espalhadas por toda a rede e as pessoas que estão pleiteando vagas devem ficar atentas. Ele lembra que se o candidato tiver fotos comprometedoras ou mesmo pertencer a comunidades que vão contra os princípios da empresa, provavelmente ele será descartado.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-173" title="orkut_02" src="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2008/11/orkut_02.jpg" alt="" width="420" height="308" /></p>
<p>Veja, agora, quais são as 7 dicas para não queimar seu filme em redes como orkut, LinkedIn e Facebook, publicada numa reportagem assinada por Max Gonzales, editor de TI da revista INFO:</p>
<h3><span style="color: #ff6600;">1.Saia bem na foto</span></h3>
<p>Se você vai usar a rede para encontrar emprego, esqueça qualquer tipo de foto comprometedora. Poses ridículas, vulgaridades e bebedeiras podem liqüidar suas chances de cara.</p>
<h3><span style="color: #ff6600;">2. Eu odeio&#8230;</span></h3>
<p>Você contrataria um membro da comunidade “Odeio meu chefe”? Percebe o vacilo? Deixe as opiniões polêmicas e exaltações de ódio para a mesa do happy hour.</p>
<h3><span style="color: #ff6600;">3. Assaltaram a gramática!</span></h3>
<p>Como num currículo, seu perfil deve ter linguagem impecável — sem erros de português ou de outra língua, se for o caso. Na dúvida, peça ajuda para revisar o texto.</p>
<h3><span style="color: #ff6600;">4. Fique na sua</span></h3>
<p>Não queira ser amigo de quem nem sabe que você existe. Como na vida real, peça para ser apresentado e tenha um bom motivo profissional.</p>
<h3><span style="color: #ff6600;">5. Meu defeito é ser perfeito</span></h3>
<p>A propaganda é a alma do negócio. Mas não exagere ao descrever suas qualidades, nem invente. Na web, a mentira tem pernas bem mais curtas.</p>
<h3><span style="color: #ff6600;">6. Vote em mim!</span></h3>
<p>Pega mal (e muito) ficar pedindo para os seus contatos escreverem recomendações e depoimentos. Deixe a iniciativa a critério deles.</p>
<h3><span style="color: #ff6600;">7. Spammer, eu?</span></h3>
<p>Nas redes sociais, mandar mensagens em massa é tentador. Mas só envie algo a quem realmente pode se interessar.</p>
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