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	<title>GeoWeb &#187; informática</title>
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	<description>Design e Tecnologia</description>
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		<title>Os melhores cursos de Tecnologia da Informação (TI)</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 16:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A revista Info fez um ótimo ranking dos melhores cursos de Tecnologia da Informação (TI) do Brasil, curioso pensar que no passado já foi conhecido como os melhores cursos de informática. Esse ranking traz uns bons dados sobre alguns números &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/educacao/os-melhores-cursos-de-tecnologia-da-informacao-ti/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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										</div><p>A <a href="http://info.abril.com.br/professional/carreira/os-40-melhores-cursos-de-ti-no.shtml" target="_blank">revista Info</a> fez um ótimo ranking dos <a href="http://info.abril.com.br/professional/os-melhores-na-graduacao.html" target="_blank">melhores cursos de Tecnologia da Informação (TI) do Brasil</a>, curioso pensar que no passado já foi conhecido como os melhores cursos de informática. Esse ranking traz uns bons dados sobre alguns números dos cursos como: número de professores, professores doutores, alunos que trabalham na área, velocidade de internet, etc&#8230;</p>
<p>E falando em velocidade de internet a Unicamp de Limeira e a UNESP de Rio Claro tem uma espetacular banda larguíssima de 4 GB. E eu que já acho os 16mb que tenho aqui na USP bons, 4GB deve ser espetacular,  só fazendo download pra ver. <img src='http://www.geoweb.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>- &#8211; - &#8211; -</p>
<p><img class="alignnone" title="Cursos" src="http://info.abril.com.br/bdgenericas/cameras.jpg" alt="" width="405" height="146" /></p>
<h3>Os 40 melhores cursos de TI no Brasil</h3>
<p>De acordo com o ranking Os melhores na graduação, elaborado pela revista INFO, o top de linha dos cursos da área de tecnologia da informação é o de Engenharia da computação na Unicamp. A faculdade estadual também leva a medalha de prata com a carreira de Ciência da computação.</p>
<p>Na terceira e quarta posições, vamos para as terras do Rio Grande do Sul. A UFRGS também segue a ordem da Unicamp e leva uma ótima nota em seus cursos de Engenharia e Ciência da computação.</p>
<p>A graduação em Engenharia da computação no Instituto Tecnológico da Aeronáutica é considerada o quinto melhor curso da área no Brasil. Em sexto lugar, aparece a Tecnologia em Informática, da Unicamp de Limeira e, na sétima colocação, Engenharia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro.</p>
<p>Finalizam a lista do ranking brasileiro o curso de Ciência da Computação do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação de São Carlos, Engenharia da computação na Poli USP e Ciência da computação na Universidade Federal de Minas Gerais.</p>
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		<title>Software Livre um bom negócio</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 13:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muita gente ainda torce o nariz quando se fala em software livre, pura ignorância. Minha experiência própria aqui na USP, desde que implantei o Joomla pra administrar as páginas de conteúdo do portal, nunca o site caiu, nunca tivemos um &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/joomla/software-livre-um-bom-negocio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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										</div><p>Muita gente ainda torce o nariz quando se fala em <a class="liwikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre" target="_blank">software livre</a>, pura ignorância. Minha experiência própria aqui na <a href="http://www.geoweb.blog.br/index.php/2008/03/18/usp-universidade-de-sao-paulo/">USP</a>, desde que implantei o <a class="liexternal" href="http://www.joomla.org/" target="_blank">Joomla</a> pra administrar as páginas de conteúdo do portal, nunca o site caiu, nunca tivemos um problema de perda de conteúdo ou qualquer outro problema que fizesse com que o site ficasse off-line. Temos atualizações constantes e gratuitas do programa, e podemos ainda sim personalizar a nossa maneira sem interferir no core do sistema, mas isso não vem ao caso agora.</p>
<p>Enquanto muitas pessoas preferem comprar softwares e viver presos a determinadas ferramentas, outros preferem transformar softwares livres em forma de se ganhar dinheiro. Sim, se ganha dinheiro com software livre, tanto o cliente que o utiliza, quanto desenvolvedores que o fazem. Veja o vídeo abaixo que saiu no site do <a class="liexternal" href="http://pegntv.globo.com/Pegn/0,6993,LIR329265-5027,00.html" target="_blank">Pequenas Empresas Grandes Negócios</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="343" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=887887&amp;autoStart=false&amp;width=420&amp;height=343" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="343" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=887887&amp;autoStart=false&amp;width=420&amp;height=343" quality="high"></embed></object></p>
<p><span id="more-101"></span></p>
<p><strong>Pequenas empresas economizam com o software livre</strong></p>
<p>Software de graça à disposição das empresas. O software livre é fácil de operar e adaptável a qualquer computador. Empresários do setor de informática exploram a boa fase do mercado e investem na instalação deste tipo programa em diferentes empresas.</p>
<p>Um empresário aproveita o mercado promissor, e instala o software livre nas empresas. Em uma pequena empresa de saúde ocupacional apostou no software livre e melhorou os negócios. Os empresários José e Fábio Carvalho sempre pagaram pelas licenças de uso dos programas de computador. E tinham custo alto de manutenção, pois o sistema parava de funcionar quase todo mês.</p>
<p>“O sistema ficava parado, às vezes por dias. Eu não posso perder tempo, e tempo para mim é dinheiro”, avisa o empresário José Carvalho.</p>
<p>Os softwares livres são programas de computador que o usuário pode copiar pela internet e usar sem pagar licença de uso. Em 2001, os empresários decidiram mudar. E instalaram o software livre. O programa controla as datas dos exames médicos e o fluxo financeiro da empresa. Os empresários economizaram nas licenças de uso e nos programas anti-vírus. O novo sistema funciona tão bem que a empresa desativou o departamento de manutenção.</p>
<p>“A nossa empresa funcionou bem melhor com relação à agilidade e ao trabalho a ser executado. Isso ajudou bastante por ser uma empresa de pequeno porte. Nós podemos trabalhar e dar um bom atendimento aos nossos clientes”, explica Fábio Carvalho.</p>
<p>O presidente do Congresso Internacional de Software Livre (Conisli), Rodolfo Avelinno, explica o programa.</p>
<p>“O software livre é produzido de forma colaborativa por milhares de programadores em todo o mundo. Todos produzem um único software. Então, a possibilidade de ter vulnerabilidade de segurança fica minimizada, por isso que software livre tem menos vírus”, afirma.</p>
<p>Com o software livre, a empresa economiza R$ 40 mil por ano, em atualizações e manutenção. E a economia vira lucro. O dinheiro que sobra é investido em computadores, contratação de funcionários, anúncios e folhetos de divulgação. Tudo isso ajudou a empresa a aumentar o faturamento em 60 %, só no último ano.</p>
<p>Hoje a empresa tem o programa instalado em 25 computadores. Os funcionários estão adaptados e o trabalho ficou mais fácil e produtivo.</p>
<p>“Cada funcionário tem uma senha e acesso. Nós fazemos a parte de faturamento. Até hoje não tive nenhum problema”, diz a auxiliar financeira Adriana de Souza.</p>
<p>O empresário Mauro Zaffarani faz a instalação do software e dá treinamento. Segundo ele, o mercado disparou.</p>
<p>“A procura aumentou desde que nós entramos no mercado, há dez anos, quando havia a penetração do software livre de 1%. Em dez anos, hoje está em 22%”, ressalta Zaffarani. Na empresa de Mauro, o faturamento cresce entre 150 % a 200 % ao ano. E a grande responsável é a economia gerada pelo programa.</p>
<p>“Vamos imaginar uma pequena empresa que tenha dez funcionários. Entre licenças básicas de utilização de uma suíte de escritório, por exemplo, esta empresa gastaria em torno de R$ 20 a R$ 30 mil em licenças de software”, esclarece o presidente da Conisli.</p>
<p>Para Rodolfo Avelinno, existem mais vantagens. O software é fácil de operar e se adapta a qualquer programa. “O software livre, por ser um software de código tecnicamente aberto, permite que outras tecnologias sejam agregadas a ele”, ensina.</p>
<p>O mercado aquecido abre oportunidades de negócio. Segundo o empresário Mauro Zaffarani, com R$ 50 mil é possível abrir uma empresa de instalação do software livre. O dinheiro é para montar uma pequena estrutura com cinco computadores, dois servidores e mobiliário. A mão de obra é especializada.</p>
<p>“A tendência é um crescimento muito grande. Hoje a gente vê que o software livre está nas pequenas empresas, médias e grandes empresas”, avalia Zaffarani.</p>
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		<title>As cidades número 1 do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 13:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A revista Veja, fez um levantamento entre os 5.564 municípios do Brasil, que possuem grandes destaques nacionais e internacionais em diversos quesitos. Da agricultura a tecnologia de ponta a revista selecionou 40 municípios que são destaques. No quesito Tecnologia, foram &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/educacao/as-cidades-numero-1-do-brasil/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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										</div><p>A <a class="liexternal" href="http://vejaonline.abril.com.br" target="_blank">revista Veja</a>, fez um levantamento entre os 5.564 municípios do Brasil, que possuem grandes destaques nacionais e internacionais em diversos quesitos. Da agricultura a tecnologia de ponta a revista selecionou 40 municípios que são destaques.</p>
<p class="revistasTituloBox" align="left">No quesito Tecnologia, foram destacados dois pontos, veja abaixo:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-101" title="Parintins wi-fi" src="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/parintins_wi-fi.jpg" alt="" width="420" height="171" /></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior cobertura                    wireless</strong><br />
Três cidades brasileiras têm cobertura 100% wireless:                    a amazonense <strong>Parintins</strong>, a fluminense Piraí e a                    paulista Sud Mennucci. Embora esteja no meio da floresta, Parintins                    oferece o benefício a mais de 100 000 pessoas. Piraí                    tem apenas 24 000 moradores. Sud Mennucci não alcança                    sequer 8 000 habitantes.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A cidade mais informatizada</strong><br />
Fica na capital federal o maior porcentual de domicílios                    com acesso a aparelhos de tecnologia de informação                    e comunicação. Em <strong>Brasília</strong>, as proporções                    de lares com desktops, de pessoas com notebooks e de donos de                    celulares são superiores às de São Paulo.</span></p>
<p align="left"><span id="more-78"></span></p>
<p class="revistasSubTitulo" align="left"><span class="revistasTitulo"><span style="color: #ff6600;"><strong>As cidades que são número                    1</strong></span><br />
</span>O Brasil tem 5 564 municípios.                    Alguns possuem indicadores sociais de países ricos. Outros                    adotaram experiências dignas de ser reproduzidas. Muitos                    batem recordes mundiais e nacionais na agricultura e na indústria.                    Alguns são famosos por suas peculiaridades. VEJA selecionou                    quarenta dessas cidades</p>
<p align="left">Daniel Biasetto e Mariana Amaro</p>
<p class="revistasTituloBox" align="left"><span style="color: #3366ff;"><strong>Qualidade de vida</strong></span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCredito">Cristina Cabral</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades2.jpg" alt="" width="300" height="153" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>O maior índice                    de área verde<br />
</strong> Com 0,8 árvore e 94 metros quadrados de matas por                    habitante, <strong>Goiânia</strong> é a cidade com a área                    urbana mais verde do país. A campeã mundial, Edmonton,                    no Canadá, tem só um pouco mais: 100 metros quadrados                    por habitante.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>O maior IDH<br />
</strong> Há dez anos <strong>São Caetano do Sul</strong>, no                    ABC paulista, ostenta a maior nota nacional no Índice                    de Desenvolvimento Humano, que mede a qualidade de vida com                    base em três indicadores (renda per capita, alfabetização                    e expectativa de vida). Se fosse um país, a cidade estaria                    mais bem posicionada no ranking mundial que Portugal.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A mais segura<br />
</strong> Os índices de criminalidade de <strong>Maringá</strong>,                    no noroeste paranaense, são comparáveis aos de                    Amsterdã, a capital da Holanda. Sua taxa de homicídios                    é de 7,9 para cada 100 000 pessoas. No resto do país,                    alcança 35,5. A cidade venceu o crime ao criar um canal                    permanente de comunicação entre a polícia                    e a sociedade, que, hoje, paga diretamente algumas das despesas                    da corporação.</span></p>
<p align="left">
<p class="revistasTituloBox" align="left"><span style="color: #3366ff;"><strong>Sustentabilidade</strong></span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior produtora                    de energia eólica<br />
</strong> A cidade gaúcha de <strong>Osório</strong> é                    assolada por ventos abundantes. Transformou o que seria um problema                    em solução. Seus 75 cata-ventos formam o maior                    parque eólico da América Latina, fornecem energia                    a seus 40 000 habitantes e a mais 650 000 em Porto Alegre.</span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="150" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCredito">Arquivo JC Pinda</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades3.jpg" alt="" width="150" height="100" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong><br />
A que mais recicla<br />
</strong> O Brasil é o país que mais recicla alumínio                    no mundo: mais de 1 milhão de latinhas por hora. Destas,                    70% são recicladas em <strong>Pindamonhangaba</strong>, no leste                    paulista, que sedia a maior empresa de reciclagem do planeta,                    a Novelis.</span></p>
<p align="left">
<p class="revistasTituloBox" align="left"><span style="color: #3366ff;"><strong>Economia</strong></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="470" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades4a.jpg" alt="" width="480" height="195" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="100" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCredito">Liane Neves</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades6.jpg" alt="" width="100" height="150" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior fabricante de lingerie<br />
</strong> <strong>Nova Friburgo</strong>, no estado do Rio, é a sede                    de 900 confecções de roupa íntima. Juntas,                    elas colocam por ano no mercado 125 milhões de peças                    de lingerie, um quarto do total nacional.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>O maior exportador                    de peixes<br />
</strong> Nos rios da Floresta Amazônica, vivem 2 000 espécies                    de peixes ornamentais. O município amazonense de <strong>Barcelos</strong> é o que mais explora esse patrimônio. Dez por cento                    da população local está envolvida na captura                    e exportação anual de 20 milhões de peixes.                    A atividade é responsável por mais da metade da                    renda da cidade.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpoBold"> <strong>A maior produtora de café</strong></span></span><strong><span class="revistasCorpo"><br />
</span></strong><span class="revistasCorpo"> Há trinta anos,                    plantou-se o primeiro pé de café em <strong>Patrocínio</strong>,                    no Triângulo Mineiro. Hoje, a cidade colhe 42 000 toneladas                    do grão, o suficiente para servir 34 xícaras da                    bebida para cada brasileiro. Um detalhe: são plantados                    lá alguns dos melhores cafés do país.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior exportadora                    de sapatos<br />
</strong> Nos anos 90, as indústrias de sapato gaúchas                    migraram para o Ceará, que passou a fabricar 37% dos                    sapatos exportados pelo país. <strong>Sobral</strong> responde                    por 45% da produção cearense.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior produtora                    mundial de suco de laranja<br />
</strong> <strong>Itápolis</strong>, na região central do estado                    de São Paulo, produz 710 000 toneladas de laranja por                    ano. A fruta é espremida, transformada em suco e exportada                    pela empresa Cutrale, que domina o mercado mundial do produto.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior fabricante                    mundial de etiquetas<br />
</strong> Com uma produção local de 200 toneladas mensais,                    <strong>Blumenau</strong>, em Santa Catarina, é a líder                    mundial na produção de etiquetas. O volume produzido                    no município é suficiente para &#8220;etiquetar&#8221;                    meio bilhão de peças por mês. O segmento                    fatura cerca de 500 milhões de reais por ano.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior fabricante                    mundial de lápis<br />
</strong> No país que mais fabrica lápis, <strong>São                    Carlos</strong>, na região central do estado de São                    Paulo, se destaca: a cidade é responsável por                    40% da produção nacional, com 1,8 bilhão                    de unidades por ano. Desse total, 50% são exportados                    para mais de setenta países e o restante abastece o mercado                    local.</span></p>
<p align="left">
<p class="revistasTituloBox" align="left"><span style="color: #3366ff;"><strong>Educação                    e cultura</strong></span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="226" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades8.jpg" alt="" width="226" height="227" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A mais alfabetizada</strong><br />
Menos de 1% da população com mais de 15 anos de                    <strong>São João do Oeste</strong>, no oeste catarinense,                    é analfabeta. A taxa é semelhante à do                    Japão. A erradicação do analfabetismo se                    deve ao empenho de padres de origem alemã, que construíram                    uma igreja e uma escola na cidade logo que a região foi                    povoada, nos anos 30.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior freqüência                    escolar</strong><br />
Desde 2006 não há evasão escolar em <strong>Orindiúva</strong>,                    no noroeste paulista. A conquista, semelhante à da Finlândia,                    garantiu ao município o primeiro lugar no ranking de                    responsabilidade fiscal e social elaborado pela Confederação                    Nacional dos Municípios.</span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCredito">Bia Parreiras</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades5.jpg" alt="" width="300" height="133" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A cidade das artes                    plásticas</strong><br />
<strong>Olinda</strong>, na região metropolitana do Recife, tem                    a maior proporção de artistas por metro quadrado                    do Brasil. Lá, moram mais artistas do que médicos,                    por exemplo. Somente o sítio histórico concentra                    203 artistas e 120 ateliês em 1 200 metros quadrados.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>Onde mais se lê</strong><br />
Os habitantes da gaúcha <strong>Passo Fundo</strong> lêem,                    em média, 6,5 livros por ano – um índice                    próximo ao francês e mais de três vezes superior                    ao brasileiro. Para alardear o feito, a prefeitura inaugurou                    em março um monumento de metal de 13 metros de altura                    chamado Árvore das Letras.</span></p>
<p align="left">
<p class="revistasTituloBox" align="left"><span style="color: #3366ff;"><strong>Demografia</strong></span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A única                    totalmente branca</strong><br />
Todos os 1 583 habitantes de <strong>Montauri</strong>, contados em 2007                    pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,                    são caucasianos. Situada no norte do Rio Grande do Sul,                    a cidade foi fundada em 1904 por italianos. Seus descendentes                    vivem da criação de porcos e frangos.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior proporção                    de negros</strong><br />
<strong>Riacho Frio</strong>, no sul do Piauí, é o município                    brasileiro com o maior porcentual de negros do Brasil: 62% da                    população. Outros 18% são pardos. Em sua                    maioria, são descendentes de angolanos e congoleses.                    Presume-se que a concentração se deve à                    sua proximidade com antigos quilombos.</span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="90" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCredito">Alberto César Araújo</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades10.jpg" alt="" width="90" height="150" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong><br />
O maior número de índios urbanos</strong><br />
A população que se declara indígena em                    <strong>Manaus</strong> já seria suficiente para converter a cidade                    na quinta maior reserva do país. Se os que não                    se declaram assim também fossem contados, é possível                    que a cidade assumisse o primeiro lugar.</span></p>
<p align="left">
<p class="revistasTituloBox" align="left"><span style="color: #3366ff;"><strong>Religião</strong></span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="203" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades9.jpg" alt="" width="203" height="420" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A mais evangélica</strong><br />
Oitenta por cento dos 3 600 habitantes de <strong>Quinze de Novembro</strong>,                    no centro do Rio Grande do Sul, se denominam protestantes. Eles                    mantiveram a religião de seus antepassados, luteranos                    alemães que fundaram a cidade no início do século                    XX.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A mais incrédula</strong><br />
Sessenta por cento dos habitantes de <strong>Nova Ibiá</strong>,                    na zona cacaueira da Bahia, declaram não ter religião.                    Ganha de longe da segunda colocada, a paraibana Pitimbu, onde                    42% dos moradores não seguem nenhum credo.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A mais muçulmana<br />
</strong> Apenas 3% dos 5 200 habitantes de <strong>Chuí</strong>, na                    fronteira com o Uruguai, se declaram mulçumanos. É                    o suficiente para que ela seja considerada a cidade com a maior                    proporção de seguidores dessa religião                    no país. Em sua maioria, são palestinos que imigraram                    nos anos 60, se aculturaram e flexibilizaram seus costumes.</span></p>
<p align="left">
<p class="revistasTituloBox" align="left"><span style="color: #3366ff;"><strong>Saúde</strong></span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="402" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades11.jpg" alt="" width="402" height="187" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior proporção                    de idosos<br />
</strong> Nada menos que 9% da população de <strong>São                    Paulo</strong> é constituída por pessoas com mais de                    60 anos. Ao todo, são 970 000 cidadãos. A maioria                    deles mora em bairros de alta renda, como Higienópolis                    e Jardim Paulista.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior proporção                    de médicos<br />
</strong> O Brasil precisaria ter um médico para cada 1 000                    habitantes. Tem um para cada 600 – ou seja, está                    acima do recomendado pela ONU. Em <strong>Niterói</strong>, no                    Grande Rio, essa relação chega a ser de um médico                    para cada 94 pessoas.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A menor mortalidade                    infantil<br />
</strong> <strong>Janaúba</strong> está situada em uma das regiões                    mais pobres de Minas Gerais, mas registra apenas 4,1 óbitos                    por cada 1 000 nascidos. A média nacional é de                    25 óbitos por 1 000 nascidos. Janaúba alcançou                    o índice, melhor que o americano e equivalente ao suíço,                    nesta década, graças a um programa que deu atenção                    especial às gestantes e às crianças em                    situação de risco. Há apenas oito anos,                    a mortalidade infantil atingia 31 em cada 1 000 nascidos no                    município.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>O melhor sistema                    de saúde<br />
</strong> <strong>Santa Cruz do Sul</strong> é mais conhecida como a                    capital do fumo. No nordeste gaúcho, a cidade abriga                    o maior complexo beneficiador de fumo da América Latina.                    Mas gasta 30% do seu orçamento com saúde. A cobertura                    do sistema público alcança 90% da população,                    muito acima do padrão de 25% recomendado pela Organização                    Mundial de Saúde.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior concentração                    de psicólogos<br />
</strong> <strong>Assis</strong>, no sudoeste paulista, tem um psicólogo                    para cada 48 habitantes, segundo o Conselho Federal de Psicologia.                    É três vezes mais que Buenos Aires. E isso já                    diz tudo.</span></p>
<p align="left">
<p class="revistasTituloBox" align="left"><span style="color: #3366ff;"><strong>Estilo de vida</strong></span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="230" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades12.jpg" alt="" width="230" height="288" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior proporção                    de vegetarianos</strong><br />
Um em cada 7 000 habitantes de <strong>Florianópolis</strong> é                    vegetariano. A cidade também é, proporcionalmente,                    a mais amistosa para os adeptos dessa dieta. Uma associação                    vegetariana recomenda nada menos que 43 restaurantes para a                    turma que evita carne.</span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="119" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCredito">Ricardo Freire</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades13.jpg" alt="" width="119" height="150" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong><br />
A maior população de bichos-grilos</strong><br />
A aldeia de Arembepe, em <strong>Camaçari</strong>, litoral da                    Bahia, tem a maior concentração de hippies do                    país: setenta adultos e crianças, que sobrevivem                    da venda de artesanato.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A capital do divórcio</strong><br />
A cidade que registra a maior proporção de divórcios                    no país é <strong>Campo Grande</strong>, capital de Mato                    Grosso do Sul. Essa constatação corrobora uma                    tendência estranha: os brasileiros que moram nos estados                    do litoral se separam menos do que os que vivem no interior.                    Ninguém sabe por quê.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior proporção                    de bares</strong><br />
<strong>Belo Horizonte</strong> reivindica há anos o título                    de capital nacional dos barzinhos. Com 10 000 estabelecimentos                    desse tipo (um para cada 240 habitantes), diz ser a cidade com                    o maior número de botecos per capita.</span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCredito">Valeria Gonçalvez</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades14.jpg" alt="" width="300" height="165" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior proporção                    de bicicletas</strong><br />
Só há duas maneiras de se locomover em <strong>Afuá</strong>,                    no Pará: a pé ou de bicicleta. A cidade, que se                    intitula a Veneza marajoara, foi construída sobre palafitas                    e seus habitantes usam pontes de madeira, que suportam pouco                    peso para se deslocar. Por causa dessas características,                    Afuá criou o bicitáxi, um riquixá movido                    a pedaladas.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A capital das piscinas</strong><br />
<strong>São José do Rio Preto</strong> bate de longe Brasília                    na proporção de piscinas por habitantes. A cidade                    paulista tem uma para cada 565 cidadãos. A capital federal,                    que alardeava injustamente ser a recordista em piscinas, vem                    muito atrás: uma para cada 2 790 habitantes.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>O maior número                    de motos</strong><br />
Até 2007, a amazonense <strong>Tabatinga</strong> não tinha                    postos de gasolina. Ainda assim, a cidade de 45 000 habitantes                    matinha uma frota de 25 000 motos. Os veículos eram abastecidos                    com gasolina vendida dentro de garrafas plásticas de                    refrigerante.</span></p>
<p align="left">
<p class="revistasTituloBox" align="left"><span style="color: #3366ff;"><strong>Turismo</strong></span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>O centro da culinária                    caprina</strong><br />
Desde os anos 80 a pernambucana <strong>Petrolina</strong>, no Vale do                    São Francisco, alardeia ter o maior complexo gastronômico                    de carne de bode do mundo, o Bodódromo. Em seus dez restaurantes                    e 22 quiosques, pode-se degustar iguarias como a pizza e o sushi                    de bode, além, é claro, da clássica buchada.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>O principal destino                    do turismo de lazer</strong><br />
São Paulo é a cidade que mais recebe estrangeiros,                    mas quem passa por lá só quer saber de trabalho.                    O <strong>Rio de Janeiro</strong> é o destino de 30% dos estrangeiros                    que buscam diversão no Brasil.</span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong>A maior corrida                    de jegues</strong><br />
Em <strong>Panelas</strong>, no agreste pernambucano, disputa-se a maior                    corrida de jumentos do mundo. A competição encerra                    o Festival Nacional de Jericos, realizado em maio há                    36 anos. A já lendária jumenta Motoquinha se sagrou                    tetracampeã. A última edição foi                    disputada por noventa animais. </span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="140" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCredito">Sylvana Graça</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/230708/imagens/cidades15.jpg" alt="" width="140" height="150" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><strong><br />
A maior receptora de cruzeiros marítimos</strong><br />
Em 1995, <strong>Búzios</strong>, no Rio, recebeu o primeiro transatlântico                    de turismo que aportou no país. Desde então, já                    acolheu 104 escalas. Os 200 000 turistas de cruzeiros que o                    município recebe injetam 50 milhões de dólares                    na economia local em uma única temporada.</span></p>
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