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	<title>GeoWeb &#187; relacionamento</title>
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		<title>Cristina Pirv e Giba o fim(?) de um relacionamento&#8230;</title>
		<link>http://www.geoweb.blog.br/outros/cristina-pirv-e-giba-o-fim-de-um-relacionamento/</link>
		<comments>http://www.geoweb.blog.br/outros/cristina-pirv-e-giba-o-fim-de-um-relacionamento/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não adianta, se você trabalha com internet e fica o dia inteiro conectado é impossível não saber de certas notícias. Vendo hoje (24/01/2012) na home do UOL a seguinte notícia: Após 9 anos, chega ao fim o casamento de Giba &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/outros/cristina-pirv-e-giba-o-fim-de-um-relacionamento/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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										</div><p>Não adianta, se você trabalha com internet e fica o dia inteiro conectado é impossível não saber de certas notícias. Vendo hoje (24/01/2012) na home do UOL a seguinte notícia: <a href="http://blogdobrunovoloch.blogosfera.uol.com.br/2012/01/24/apos-9-anos-chega-ao-fim-o-casamento-de-giba-e-cristina-pirv/" target="_blank">Após 9 anos, chega ao fim o casamento de Giba e Cristina Pirv</a>. Nada demais né&#8230; mais um casal separado (ou seria menos um casal) e que por ser famoso ganha as manchetes na internet.</p>
<p><a href="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/cristina_pirv_giba.jpg" rel="lightbox[962]"><img class="alignnone size-full wp-image-965" title="cristina_pirv_giba" src="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/cristina_pirv_giba.jpg" alt="" width="523" height="334" /></a></p>
<p>Não daria a mínima pra notícia, não conheço o Giba, não sou fã de vôlei nem nada&#8230;. mas em um dia do ano passado ao acordar em um domingo preguiçoso fiquei vendo TV na cama, enquanto meu cérebro voltava ao funcionamento normal. Por algum motivo desconhecido (sim, sou sedentário <img src='http://www.geoweb.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  ) fiquei assistindo Esporte Espetacular. E nesse dia vi a reportagem abaixo sobre a vida do Giba, na verdade a vida da Cristina Pirv e seus filhos.</p>
<iframe width="100%" height="385" src="http://www.youtube.com/embed/j3R0lkGr748" frameborder="0" type="text/html"></iframe>
<p>É muito louco ver o outro lado de quem está ali, ao lado da estrela, do astro, do herói do esporte. A história me chamou atenção na verdade em alguns pontos. A filha que não gosta de vôlei e desejando que o pai se aposentasse logo para tê-lo mais presente. Valendo lembrar que por causa do trabalho do pai ele também não pode acompanhar o parto dela na época do seu nascimento e alguns de seus aniversários.</p>
<p>E a mulher do Giba a Cristina Pirv, que também foi jogadora mas pelo jeito abriu mão do esporte pra cuidar da família. Onde no final da reportagem manda uma mensagem pro Giba relembrando uma promessa anotada por ele num papelzinho de quando ainda namoravam. O bilhete dizia &#8220;Está feito nosso contrato de amor, pra sempre.&#8221; Vendo as declarações no final da matéria do UOL sobre os desabafos de um e de outro parece que não é pra sempre não.</p>
<p>Uma pena&#8230; uma família tão bonita, seja lá qual foi o motivo&#8230; será que é mais importante que a própria família? será que vale a pena?!&#8230; pra se pensar.</p>
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		<title>Pesquisa feita na Escola do Futuro da USP, mostra o Orkut como nova forma de relacionamento entre adolescentes</title>
		<link>http://www.geoweb.blog.br/usp/pesquisa-feita-na-escola-do-futuro-da-usp-mostra-o-orkut-como-nova-forma-de-relacionamento-entre-adolescentes/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 14:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pesquisadora Cacau Freire, da Escola do Futuro da USP, realizou uma pesquisa com usuários do Acessa São Paulo &#8211; programa de inclusão digital do estado de SP, sobre sites de relacionamentos como Orkut.  A pesquisa mostra que cada vez &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/usp/pesquisa-feita-na-escola-do-futuro-da-usp-mostra-o-orkut-como-nova-forma-de-relacionamento-entre-adolescentes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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										</div><p>A pesquisadora Cacau Freire, da <a href="http://www.futuro.usp.br/" target="_blank">Escola do Futuro da USP</a>, realizou uma pesquisa com usuários do Acessa São Paulo &#8211; programa de inclusão digital do estado de SP, sobre sites de relacionamentos como Orkut.  A pesquisa mostra que cada vez mais os adolescentes preferem se comunicar via redes sociais como <a href="http://www.orkut.com/" target="_blank">Orkut</a>, <a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a>, <a href="http://www.twitter.com/" target="_blank">Twitter</a>&#8230;</p>
<p>Pra esses adolescentes eles não vêem problemas nessa grande exposição pessoal e a criação de vários perfis pessoais com objetivos diferentes como um perfil pra namorar outro pra emprego, outro para pais e amigos, etc&#8230; Eu hein múltiplas faces, você acredita em perfis de Orkut??!   Via <a href="http://www.usp.br/agen/UOLnoticia.php?nome=noticia&amp;codntc=23727" target="_blank">Agência USP de Notícias</a>.</p>
<p><a href="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/orkut_comportamento1.jpg" rel="lightbox[282]"><img class="alignnone size-full wp-image-283" title="orkut_comportamento" src="http://www.geoweb.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/orkut_comportamento1.jpg" alt="orkut_comportamento" width="420" height="287" /></a></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Rede social determina novas formas de relacionamento e aprendizado</strong></span><br />
<span style="color: #808080;">Nilbberth Silva &#8211; nilbberth.silva@usp.br</span><br />
Uma pesquisa do Acessa São Paulo &#8211; programa de inclusão digital do estado  &#8211; indicou que usuários estão se comunicando mais através de sites de relacionamento do que de e-mails. A descoberta, de 2007, impulsionou uma pesquisa sobre o perfil e o comportamento de adultos e adolescentes em redes sociais. A investigação foi feita na cidade de São Paulo e em Bragança Paulista, no interior do estado, pela Escola do Futuro, núcleo de pesquisas da USP.</p>
<p>&#8220;Redes sociais são sites de relacionamento com um perfil, onde todos podem ver os amigos dos amigos.  O seu uso pelos adolescentes determina modo deles se relacionarem com as pessoas  e há uma produção cultural totalmente nova nascendo aí&#8221;, resume a coordenadora do Observatório da Cultura Digital e responsável pela pesquisa, Cacau Freire.</p>
<p>A pesquisa foi feita por intermédio de conversas com grupos de adolescentes de 15 a 19 anos e adultos de 30 a 39 anos que acessavam o site de relacionamentos Orkut nos computadores do Acessa São Paulo.</p>
<p>Os adolescentes entrevistados revelaram posições fortes sobre o que acreditam, e contaram que criam muitos perfis nas redes de relacionamento. Disseram também não ter problemas em fazer várias coisas ao mesmo tempo. &#8220;Muitos deles gostam de estudar ouvindo música e não estudam em casa por ser muito quieto. Eles criam perfis diferentes para procurar empregos, namorar, conversar com os pais e os amigos&#8221;, conta a pesquisadora.</p>
<p>Quando perguntados se essa era uma atitude desonesta, os adolescentes disseram que as pessoas também assumem vários perfis na vida real, dependendo da situação, e isso é normal. &#8220;Eles não tiveram problemas para dizer que a vida não é um livro aberto&#8221;.</p>
<p>Os adultos entrevistados desconfiavam da rede e a associam com fraude e engano. A maioria deles tinha apenas um perfil no Orkut, com informações verdadeiras e contatos confiáveis. Para eles, os computadores do Acessa São Paulo não devem ser um local de diversão. Assim, ficaram constrangidos em dizer nos grupos de discussão que navegavam em sites de relacionamento.</p>
<p>Para Cacau, adolescentes se comunicam mais através de redes sociais porque gostam de se ver na mensagem e também porque elas são mais fáceis de utilizar do que os e-mails. &#8220;Para eles, não é um fator crítico se expor&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Aprendizado</strong><br />
Os jovens envolvidos no estudo têm o hábito de pesquisar, sabem que terão que aprender por toda a vida e não enxergam a escola como o único meio para adquirir conhecimentos. &#8220;Eles aceitam a figura dos professores, mas aprendem com seus iguais, nos fóruns de discussão, nos sites de relacionamento. Para eles, a escola serve apenas como um meio para obter um diploma, o caminho oficial a seguir&#8221;, diz Cacau. &#8220;Esses estudantes trazem informações e argumentação para a escola; têm mais tempo para pesquisar que os professores, cujo papel talvez seja orientar a discussão&#8221;, completa.</p>
<p>O aprendizado em listas de discussão não divide temas em disciplinas específicas. &#8220;Os jovens estudam tudo ao mesmo tempo nas redes sociais&#8221;, explica a coordenadora. Eles também têm mais facilidade para mudar de opiniões e aceitar que estão errados. &#8220;Os adultos têm mais dificuldade de aprender, principalmente através de novas tecnologias, e mudar. As construções de conhecimento deles são mais profundas. Os adolescentes nasceram numa época de explosão de informações. Por isso, estão acostumados a aprender de uma forma muito tranquila&#8221;, observa.</p>
<p>A pesquisa foi feita pelo Núcleo de Pesquisa das Novas Tecnologias de Comunicação Aplicadas à Educação, da Escola do Futuro e assinada por Brasilina Passarelli, Drica Guzzi, Hernani Dimantas e Juliana Kiyomoura.</p>
<p>Mais informações: (11) 3091 4716, email: freire.cacau@gmail.com</p>
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		<title>O Número de Dunbar</title>
		<link>http://www.geoweb.blog.br/pessoal/o-numero-de-dunbar/</link>
		<comments>http://www.geoweb.blog.br/pessoal/o-numero-de-dunbar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 15:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abaixo reproduzo o texto do Tiago Dória, sobre o número de Dunbar, conforme ele mesmo explica  é uma teoria segundo a qual o número de indivíduos com os quais podemos estabelecer uma relação não pode passar de 150. E mais &#8230; <a href="http://www.geoweb.blog.br/pessoal/o-numero-de-dunbar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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										</div><p>Abaixo reproduzo o texto do <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/03/01/numero-de-dunbar-na-facebook/" target="_blank">Tiago Dória</a>, sobre o número de Dunbar, conforme ele mesmo explica  é uma teoria segundo a qual o número de indivíduos com os quais podemos estabelecer uma relação não pode passar de 150. E mais adiante ele explica que dentre esse 150 (ou 120), nós respondemos a apenas 7 indivíduos, esse seria o seu círculo de amizade mais próximo.</p>
<p>Curiosamente são muitos os amigos, mas pra mim existe esse pequeno grupo de 7 pessoas, que são o grupo de amizade mais próximo, sem por nem tirar, a teoria funcionou perfeitamente pra mim.</p>
<p>- &#8211; - &#8211; - -</p>
<h3>Número de Dunbar na Facebook</h3>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7497" title="crowd" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/crowd.jpg" alt="crowd" width="448" height="318" /></p>
<p><a href="http://www.lifewithalacrity.com/2004/03/the_dunbar_numb.html" target="_blank">Número de Dunbar</a> é uma teoria segundo a qual o  número de indivíduos  com os quais podemos estabelecer uma relação não pode passar de 150. Essa limitação existiria devido a própria capacidade do cérebro humano de lidar com a complexidade das relações pessoais.</p>
<p>Alguns moderadores de comunidades online, empresas, escolas e organizações militares utilizam essa regra. Limitam o número de uma equipe ou comunidade a 150 membros. A rede social <a href="http://www.asmallworld.net/login.php" target="_blank">aSmallWorld,</a> o “Orkut para ricos”, por exemplo, trabalhava em cima dessa teoria. Em uma época, impediu a entrada de novos usuários (redes sociais menores tem mais valor).</p>
<p>O que existia até pouco tempo era o mito de que, por meio das novas tecnologias (plataformas de redes sociais), o homem conseguiria superar essa limitação do <a href="http://www.lifewithalacrity.com/2004/03/the_dunbar_numb.html" target="_blank">Número de Dunbar</a> e poderia gerenciar mais do que 150 contatos.</p>
<p>Mas um <a href="http://www.economist.com/science/displaystory.cfm?story_id=13176775" target="_blank">artigo</a> publicado na revista <a href="http://www.economist.com/science/displaystory.cfm?story_id=13176775" target="_blank">The Economist</a> contradiz isso. Em uma pesquisa feita na rede social <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a> pelo sociólogo <a href="http://overstated.net/" target="_blank">Cameron Marlow</a>, descobriu-se que um usuário médio consegue estabelecer uma relação estável com no máximo 120 contatos dentro do site.</p>
<blockquote><p>“Uma pessoa com 120 amigos geralmente responde aos posts de somente 7 desses contatos”</p></blockquote>
<p>Outra conclusão é que, mesmo em ambientes online, comunicamos com o mesmo círculo pequeno e estável de pessoas de sempre. O que ajuda a corroborar a idéia de que, em plataformas como <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a>, reforçamos mais laços que já temos no “mundo offline” do que criamos novos contatos.</p>
<p>Como deixou claro Mark Zuckerberg, co-fundador da própria Facebook, em sua histórica entrevista à revista Time, o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/08/08/o-online-como-potencializador-do-offline/" target="_blank">online é mais potencializador do offline que qualquer outra coisa</a>.</p>
<p><em>Crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/gaspi/79805619/in/set-171385/" target="_blank">gaspi</a></em></p>
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