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Quando será que a Anatel vai fazer o mesmo que fez com a Tefefonica? Obrigar as operadoras de celulares a parar de vender planos falsos de banda larga 3G.

O Pedro Diaz, me mandou o link da matéria abaixo em que ele virou notícia. Após contratar um plano de velocidade de 1MB e só receber 128kbps de velocidade entrou com uma ação no PROCON e conseguiu sair da armadilha da multa por rompimento de contrato.

Lentidão põe banda larga no topo das queixas

Uma das situações que mais irritam os internautas é a navegação lenta. Se o acesso à Internet é via banda larga, então, o problema se torna ainda maior. É por isso que usuários de celulares de terceira geração (3G) estão lotando as listas de reclamações de Procons e outras entidades de defesa do consumidor, além dos registros feitos na própria Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em outubro deste ano, o órgão regulador recebeu 22.056 queixas contra cobranças indevidas na conta do telefone móvel. Uma alta de 56% na comparação com janeiro, quando o número ficou em 14.147. O acréscimo deixou esse item ainda mais isolado no topo do ranking de problemas do setor. E foi provocado por clientes insatisfeitos com a baixa velocidade de sua banda larga 3G que se recusam a pagar pelo serviço.

A alegação dos usuários, segundo a Anatel, é de que o serviço não foi prestado como deveria. Ou seja, eles teriam contratado para o acesso, via celular ou minimodem, uma velocidade maior que aquela ofertada efetivamente pela operadora. Portanto, contestam a cobrança, a fim de cancelar o pacote ou pagar apenas pela velocidade que usaram. Decepcionado com o serviço, o webdesigner Pedro Dias Duarte é uma das pessoas que engrossam as reclamações na Anatel. “Escolhi acessar a Internet pelo celular pela mobilidade. Realmente, o 3G funcionava em qualquer lugar, mas a velocidade era péssima”, lamenta.

Pedro conta que contratou um plano mensal de 1 Mbps (megabit por segundo) de velocidade. Segundo ele, rápido o suficiente para sua necessidade pessoal e profissional, como baixar imagens pesadas, programas, enviar fotos etc. O transtorno começava após alguns dias de utilização do serviço. A conexão caía de 1 mega para apenas 128 Kbps (quilobits por segundo). “É muito lento, principalmente para mim, pois faço download de material mais pesado. Então, descobri que a operadora só oferecia a velocidade de 1 mega para um volume de dados de até 1 Giga. Como eu chegava rapidamente a esse limite, ficava com a velocidade lenta quase o mês todo”, protesta.

Ele garante que a operadora não informava, no contrato, que havia tal franquia para o tráfego de dados. “Tentei diversos acordos para não pagar por uma velocidade que não recebi. Fui aos Procons, ao Juizado Especial. Chegaram a me oferecer passar meu plano de R$ 119 para R$ 336 e pagar mais R$ 20,15 por Giga excedido ao mês. A conta ficaria absurda. Por fim, consegui cancelar o pacote, sem multa de rescisão e retomei a banda larga fixa mesmo”, comenta. Assim como Pedro, milhares de usuários enfrentam as mesmas dificuldades. O Procon de Belo Horizonte registrou, de julho a novembro, cerca de mil reclamações contra o setor de telefonia. Mais de 10% foram relativas à banda larga 3G. Comunidades no Orkut também reúnem clientes insatisfeitos.

O site Reclame Aqui, que registra problemas de consumidores de todo o país, somou 13.732 reclamações relativas à banda larga 3G apenas nos primeiros quatro meses do ano. Um salto de 85% sobre o volume acumulado no segundo semestre de 2008. Os números atualizados não foram fornecidos. Porém, em uma rápida passagem pelo portal, é fácil encontrar centenas de reclamações sobre o assunto. Como esta, postada no último dia 7: “recebi a informação de que o meu endereço possuía cobertura 3G para a velocidade que foi contratada, que é de um mega. Mas o máximo que consigo navegar é entre 100 Kbps e 150 Kbps. Além disso, a vendedora me informou que, depois de certa quantidade de dados baixadas, a minha velocidade ficaria, no máximo, a 500 Kbps. Desde que contratei esse serviço, minha velocidade nunca ficou acima de 150Kbps”.

Procura superou infraestrutura

A banda larga móvel chegou ao mercado brasileiro há dois anos, com o início da oferta do serviço em Minas Gerais pela então Telemig Celular (hoje Vivo). As promessas principais eram a mobilidade para o acesso à Internet e a alta velocidade. A demanda, no entanto, surpreendeu as companhias telefônicas, pois superou todas as projeções. A consequência é simples: elas não conseguem cumprir a segunda parte do compromisso com o cliente. “As redes 3G ainda são novas, estão em fase de implantação. Por isso, não conseguem acompanhar a alta procura dos consumidores brasileiros e a utilização intensa do serviço. O resultado é o congestionamento e a lentidão na conexão. E o usuário que paga pela velocidade maior obviamente fica insatisfeito”, analisa o presidente da Teleco, empresa de consultoria em telecomunicações, Eduardo Tude.

Ele diz que a expectativa é que o serviço da banda larga 3G fique estabilizado com a conclusão das redes, prevista para 2010. “As operadoras devem conseguir oferecer um serviço melhor e com uma velocidade até maior, que é o que já existe nos Estados Unidos e nos países da Europa. Lá, o padrão está em 7 Mbps, chegando, em alguns lugares, a até 21. No Brasil, ainda estamos na faixa de 500 Kbps até 1 Mbps”, avalia.
A Anatel também tem essa avaliação. Segundo a assessoria de imprensa da Agência, o planejamento para o lançamento da banda larga móvel foi feito com base nos parâmetros internacionais de tráfego de dados. Porém, os números brasileiros teriam sido bem superiores. Somente entre março e outubro deste ano, o total de acessos 3G no Brasil mais que dobrou, saindo de 3 milhões para 6,1 milhões, conforme estimativa da Teleco.

O momento agora, então, seria de pisar no freio e repensar as redes. O que significaria, na análise da Anatel, investimentos de cerca de R$ 1 bilhão em infraestrutura para cada empresa conseguir melhorar seu atendimento. Atualmente, conforme pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as companhias raramente conseguem cumprir a velocidade prometida no contrato do cliente. Em alguns casos, o serviço sequer pode ser considerado banda larga. “Há situações em que a velocidade oferecida não chega a 100 Kbps, o mínimo garantido pelos contratos de 1 Mbps. Isso é Internet discada”, aponta a advogada da entidade Estela Guerrini.

Ela informa que a União Internacional de Telecomunicações (UIT ) define como banda larga conexões (fixas ou móveis) acima de 256 Kbps. No Brasil, não há padrão estabelecido, mas institutos que monitoram o mercado adotam a velocidade a partir dos 128 Kbps. Como exemplo, a advogada cita uma operadora que garante, em contrato, apenas 10% da velocidade nominal do serviço. No plano mais básico, de 250 Kbps, isso significa a oferta de 25 Kbps. “A empresa diz que o cliente não vai ter essa velocidade o tempo todo, porém pode ocorrer em momentos de pico ou outras ocasiões”, comenta. “Isso não é esclarecido na hora da venda do produto e é incoerente com a publicidade que é feita”, completa.

Faltam informações transparentes

A coordenadora interina do Procon-BH, Maria Laura Santos, faz a mesma avaliação. “Além da questão das redes não conseguirem atender a demanda adequadamente, há falta de transparência. A propaganda das operadoras é errônea, pois promete alta velocidade ao cliente, mas não esclarece a ele que podem ocorrer variações. Não divulgam a real capacidade que têm de cumprir o prometido. Em nenhum momento, informam que haverá restrições de cobertura, velocidade ou limites de tráfego de dados”, argumenta.

Estela Guerrini acrescenta que ainda foram constatados abusos nos contratos de todas as operadoras. “Neles já existem cláusulas para eximir as companhias de oferecer a velocidade contratada pelo usuário. Como o fato de garantirem apenas 10% do que está sendo pago pelo cliente”, ressalta.

Operadoras culpam fator externo

As operadoras, por sua vez, afirmam que a velocidade da banda larga móvel varia conforme fatores externos, como área de cobertura, condições topográficas ou climáticas, tipo de modem ou celular e até aplicações utilizadas pelos usuários. Em nota, a Vivo garante pautar suas operações na transparência com os clientes. E que a tarifação dos pacotes de Internet é feita pelo volume de dados contratados por mês e não por velocidade oferecida, “conforme informado aos usuários”.

A Oi observa que o 3G é uma tecnologia desenvolvida para oferecer mobilidade ao usuário. “Porém, a velocidade (taxa de transmissão) dos serviços pode sofrer oscilações e variações em qualquer localidade do mundo, devido a fatores externos”, diz, em nota. Também observa que o cliente pode cancelar o serviço sem pagar multa. A Claro garante que trabalha “na ampliação de sua rede para adequar a alta demanda do serviço à capacidade instalada”. E afirma que, na ocorrência de “fatores externos que influenciem na velocidade de tráfego dos planos de banda larga”, a operadora assegura mínimo de 10% da velocidade nominal contratada.

A Tim afirma que não limita o tráfego de dados do cliente. Na contratação do serviço, ele seria informado da velocidade máxima de conexão de cada pacote. “Pode haver variação. Por se tratar de uma tecnologia móvel, suscetível a diversos fatores, não é possível garantir velocidade mínima do serviço. O conceito ilimitado aplica-se exclusivamente ao volume de dados trafegados e não à velocidade contratada. Nossos materiais publicitários e de vendas, bem como os contratos, informam ao cliente os itens expostos acima”, reforça o texto.


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wordpressA Info, a revista nacional mais conceituada na área de tecnologia,  realizou ontem o Prêmio Info 2009 elegendo os melhores em diversas categorias na área de tecnologia. Pelo segundo ano consecutivo o Wordpress foi eleito o melhor gerenciador de conteúdo com larga vantagem sobre o segundo colocado o Joomla!.

Veja o resultado:

Wordpress, da Automattic 67%
Joomla!, da Open Source Matters 26%
Movable Type, da Six Apart 7%

O resultado só confirma a grande qualidade do Wordpress como um Gerenciador de Conteúdo (CMS) ao invés de apenas um gerenciador de Blogs com muitos pensam.

Mês passado (novembro/09) o Wordpress venceu também o 2009 Open Source CMS Award na categoria mais concorrida a Overall Best Open Source CMS Award. O concurso recebeu mais  de 12 mil inscritos  e 23 mil votos nas cinco categorias  existentes.

Além de tudo isso o Wordpress tem outras excelentes características que sempre gosto de ressaltar:

Código aberto;
Atualizações constantes com que há de mais atual de tecnologia, tudo isso com 1 clique;
• Adaptação do software a sua necessidade;
• Utilização para qualquer fim e sem restrições de uso;
Distribuição de cópias sem restrições;
Não fica vinculado a nenhuma empresa ou pessoa.

Tudo que você precisa é de um bom profissional em Wordpress, ou quem sabe você mesmo, já que o Wordpress é muito simples de se aprender. Visite o site da comunidade Wordpress no Brasil.

Wordpress, da Automattic 67%
Joomla!, da Open Source Matters 26%
Movable Type, da Six Apart 7%

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A Smashing Magazine, selecionou 20 novas fontes gratuitas, pra inovar em seu layout. É uma melhora que a outra, basta navegar, escolher e baixar.

20 Novas Fontes Gratuitas


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Eu sempre perco e esqueço essas dicas, então guardarei aqui para posteridade :)

O Gmail é excelente mas não sei porque isso já não foi incorporado a ele, como botões ou qualquer coisa do tipo mais simples do que códigos. As dicas eu achei no AdesBlog em inglês e você pode usá-las de forma combinada basta colocar no campo de busca no topo do  Gmail.

•  is:unread lista as mensagens não lidas
•  in:inbox lista as mensagens no inbox

E-mail de um determinado contato

from:george ou  from:george@gmail.com

Busca de um e-mail em uma label

in:label – exemplo in:minha_label use as suas é claro :P

E-mails com  CC (com cópia) ou BCC (com cópia oculta)

cc:george ou bcc:george

Busca em mensagens de chats do Gtalk dentro do gmail

is:chat exemplo is:chat corinthians – busca nas mensagens de chat a palavra “corinthians”

Busca por E-mails lidos, não lidos, com estrela

is:readis:unreadis:starred – Exemplo is:starred is:unread from:george vai procurar pelo e-mail com estrela, não lido do remetente George

Busca por E-mail com um título de mensagem específico

subject:corinthians Busca mensagens com o assunto “corinthians”
subject:(corinthians campeão) – busca por mensagens com assunto “corinthians” e “campeão”.
subject:”corinthians campeão” – busca por mensagens com ambas as palavras Ex. “corinthians campeão” , “corinthians é o grande campeão”

Busca por E-mail com anexo

has:attachment – Busca todas as mensagens com anexo, você pode combinar também Ex. from:george has:attachment

Busca por E-mail com anexo específico

filename:corinthians.zip -Busca por todas as mensagens que tem o anexo  corinthians.zip ou você pode usar assim também filename:*.zip trará o resultado de todos os e-mails com anexo zip.


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O Idec – Instituto de defesa do consumidor, confirmou o que todos nós já sabíamos: Serviços de Banda Larga 3G não funcionam e as operadora não trabalham de forma transparente mostrando pro consumidor a roubada que ele está se metendo.

• O velocidade nunca chega no limite prometido.
• A conexão nunca é ilimitada conforme o prometido.
• A área de cobertura é muito menor do que a divulgada.
• O serviço de atendimento nunca resolve seus problemas.
Pare de sofrer e reclame na Anatel.

Veja abaixo o resto da reportagem da info.

Serviços 3G falham com usuário, diz Idec

O Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) apresentou um estudo, hoje, sobre os serviços de banda larga 3G oferecidos por Vivo, TIM, Claro e Oi em São Paulo.

Segundo o Instituto, estes serviços apresentam diversos problemas, como velocidade irregular e falta de transparência nas negociações entre consumidor e prestador de serviço.

Ao analisar as vendas de 3G, o Idec apontou que as teles não fornecem com clareza informações sobre as instabilidades a que o 3G está exposto e informações importantes sobre a qualidade do serviço são informadas apenas no contrato de venda. Para o Instituto, falta transparência nestas negociações.

O Idec também apontou a ausência de regras claras para as operações 3G, que deveriam ser definidas pela Anatel. A falta de uma regulação mais objetiva deixaria os consumidores desprotegidos.

O instituto concentrou suas críticas, no entanto, nos problemas de velocidade que os produtos 3G apresentam, já que frequentemente os usuários têm acesso a uma velocidade real muito abaixo da velocidade contratada.

Para a advogada do instituto, Estela Guerrini, as teles se eximem de responsabilidade por meio de cláusulas contratuais que definem como velocidade mínima assegurada apenas 10% da banda contratada.  Segundo o Idec, estas cláusulas são abusivas e visam transferir para o consumidor a responsabilidade por não ter um bom serviço.

Na opinião de Estela, as empresas de telefonia vendem mais acessos do que são capazes de atender e, depois, justificam seus problemas alegando distância do usuário em relação à antena da operadora e número excessivo de usuários conectados ao mesmo tempo na mesma região.


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